24 de agosto de 2014

Uma nova vida para o Linksys WAP54G: segundo ponto de acesso da rede Wireless de casa

Por vezes, só um ponto de acesso (Wireless Access Point - WAP) para a rede wireless de casa deixa-nos com áreas com wireless muito mau - pior ainda se uma dessas áreas é o escritório. É essa a situação que descrevo neste post, mas com a vantagem de nessa área o wireless ser muito mau (pelo que um repeater não é uma solução), mas existir rede estruturada. O objectivo é então utilizar o antiguinho Linksys WAP54G ligado à rede estruturada, a fornecer um segundo ponto de acesso à rede wireless já existente (neste caso, da Zon/NOS).

A instalação do dd-wrt no Linksys WAP54G é exactamente igual à que foi referida no post anterior, com a excepção que neste caso o MAC Address utilizado é o 00:16:B6:52:72:91.

Configuração do Access Point / WAP 
O dd-wrt permite configurar vários tipos de access point (cf. página de Linking Routers) - no meu caso, o que tem mais interesse é o Wireless Access Point:
Extend Wi-Fi & LAN (Requires physical ethernet connection between routers) - Extend the Wireless access area using more routers, with WIRED connections between routers. All computers will be on the same network segment, and will be able to see one another in Windows Network.
Para configurar o Wireless Access Point, seguir os seguintes passos (cf. página de configuração):
  1. Tal como referi acima, na minha configuração, a "estação base" (ou router primário) é um router da Zon/NOS. A configuração descrita, utiliza como exemplo o router da Zon/NOS (só relevante para os endereços IP, já que no router Zon a rede wireless é a 192.168.1.x); 
  2. Ligar um computador ao WAP54G através da porta WAN/LAN (e desligado da rede Wireless, visto o IP do WAP54G ser o 192.168.1.1) - note-se que o WAP54G irá atribuir um endereço IP ao computador, por DHCP; 
  3. Através de um browser (o chrome funciona bem) aceder ao interface Web do WAP54G em 192.168.1.1;
  4. Na figura anterior, o Local IP Address indicado está de acordo com a rede da Zon/NOS. No caso de outra rede, é ver qual o IP mais indicado, de acordo com as instruções entre parêntesis. A Gateway e Local DNS devem ter o IP do router da Zon/NOS (192.168.1.1). Como Server de NTP utilizo o 0.pool.ntp.org. Não fiz o Assign de WAN Port to Switch. 
  5. Ir a Setup -> Advanced Routing e alterar Operating mode para Router. De seguida, Save.
  6. Ir a Wireless -> Basic Settings. Colocar na Wireless Network Name (SSID) o nome da rede Wireless que já tem no router primário e no Wireless Channel um canal que diste pelo menos 5 canais do Wireless do router primário - no meu caso, o router primário está no canal 13, pelo que coloco este no canal 8. De seguida, Save.
  7. Ir a Wireless -> Wireless Security e seleccionar o mesmo tipo de segurança e a mesma password que tem no router primário. No meu caso, o Security Mode é WPA2 Personal (corresponde ao WPA2 do router primário da Zon/NOS), o WPA Algorithm é AES e a WPA Shared Key tem mais de 8 caracteres (:-)). De seguida, Save.
  8. Ir a Services -> Services. Colocar DNSMasq a Disable e ttraff Daemon a Disable. De seguida, Save.
  9. Ir a Security -> Firewall. Deseleccionar tudo, excepto Filter Multicast, seguido de Save.
    Efectue o  Disable do SPI firewall e de seguida, Save.
  10. Ir a Administration -> Management. Modificar o Username e Password; Colocar o Info Site Password Protection a Enabled e o Routing a Disabled. Se quiser fazer administração remota do WAP54G (i.e., sem estar ligado à porta LAN do Linksys), faça Enable do Web Gui Management e/ou do Telnet Management. De seguida, Save.
  11. Fazer Apply Settings.
  12. Ligar o cabo Ethernet que liga ao router primário, ao WAP54G.
  13. Fazer o reboot do WAP54G. 
Se tudo correu bem, tem um segundo ponto de acesso à rede Wireless existente.

5 de março de 2014

Uma nova vida para o Linksys WAP54G: repeater na rede Wireless de casa

O Linksys WAP54G (versão 3) já está guardado há muitos anos e pode ser uma boa solução para repetidor de sinal Wireless em casa.

A primeira solução foi ligá-lo e fazer upgrade do firmware, já que a versão que tinha era de 2008. Encontrei a versão 3.08.06 de 2010 no site da techspot. A seguir fui ao manual ver como se configurava o Repeater e vi que o trabalho de upgrade do firmware não era necessário: o Linksys WAP54G só funciona como Repeater se a "estação base" for o router Linksys WRT54G ou outro WAP54G. Como a "estação base" é um router da Zon ou Meo, nada feito.

A alternativa seguinte era encontrar um firmware open source que pudesse carregar no WAP54G. Descobri o dd-wrt que parecia ter as características essenciais para transformar o WAP54G num repetidor:
DD-WRT is a Linux based alternative OpenSource firmware suitable for a great variety of WLAN routers and embedded systems. The main emphasis lies on providing the easiest possible handling while at the same time supporting a great number of functionalities within the framework of the respective hardware platform used.

Instalação do dd-wrt no Linksys WAP54G

Para a instalação, seguir os seguintes passos:
  1. Começar por guardar o MAC address do WAP54G - o dd-wrt arranca com um MAC address "genérico" e, se quiser utilizar o MAC address original, é preciso guardá-lo neste ponto. Por uma questão de simplificação, partimos so pressuposto que o MAC address é 00:16:B6:52:73:91.
  2. Ir aos Supported Devices (http://dd-wrt.com/wiki/index.php/Supported_Devices);
  3. Pesquisar por WAP54G. Aparecem várias referências - escolher a versão relevante do WAP54G (versão 3, no meu caso) e seguir o link para a página de instalação;
  4. Para carregar o firmware dd-wrt no WAP54G, seguir os seguintes passos (cf. página de instalação):
    • descarregar o firmware para o WAP54G v.3.X - é uma micro build -. No meu caso é a build 14929 (dd-wrt.com firmware v.24 sp2 (08/12/10));
    • fazer o upgrade ao firmware no WAP54G (do mesmo modo do que se fosse um firmware da Linksys);
    • esperar 5 minutos após aparecer mensagem no ecran a indicar que o upgrade teve sucesso;
    • pressionar continuamente o botão de reset no WAP54G durante 30 segundos, desligar da corrente durante 30 segundos, voltar a ligar à corrente e continuar a premir o botão de reset durante mais 30 segundos (i.e., no total, 90 segundos a premir o botão de reset);
  5. Aceder ao WAP54G (pela primeira vez com o novo firmware dd-wrt). Por omissão, o IP é 192.168.1.1, utilizador: root e passwd: admin;
  6. Ir ao tab Administration > Commands e inserir os seguintes comandos (note que o MAC address a inserir é o que se guardou no ponto 1):
    nvram set et0macaddr=00:16:B6:52:73:91
    nvram set WAPver=3
    nvram commit
  7. Seleccionar "Run Commands" e de seguida "Save Startup";
  8. Fazer reboot ao WAP54G, que já deve passar a arrancar com o MAC address correcto.

Configuração do Repeater

O dd-wrt permite configurar vários tipos de repeater (cf. página de Linking Routers) - no meu caso, o que tem mais interesse é o Repeater Bridge:
A wireless repeater with DHCP & NAT disabled, clients on same subnet as host AP (primary router). That is, all computers can see one another in Windows Network.
Para configurar o Repeater Bridge, seguir os seguintes passos (cf. página de configuração):
  1. Tal como referi acima, na minha configuração, a "estação base" (ou router primário) é um router da Zon ou Meo. A configuração descrita, utiliza como exemplo o router da Zon (só relevante para os endereços IP, já que no router Zon a rede wireless é a 192.168.1.x);
  2. Ligar um computador ao WAP54G através da porta WAN/LAN (e desligado da rede Wireless, visto o IP do WAP54G ser o 192.168.1.1) - note-se que o WAP54G irá atribuir um endereço IP ao computador, por DHCP (o firmware original da Linksys não tinha servidor DHCP, mas o dd-wrt tem :-));
  3. Através de um browser (o firefox funciona bem) aceder ao interface Web do WAP54G em 192.168.1.1;
  4. Na figura anterior, o Primary Router refere-se ao router da Zon. Note-se que é o SSID do Virtual Interface que faz a "repetição" do sinal. Comecei por colocar o mesmo nome do SSID do Primary Router, o que tornava a autenticação mais lenta em alguns computadores e tablets. Optei assim por definir um SSID diferente e esperar que os vários dispositivos escolham sempre a rede com mais sinal (já que a diferença da força do sinal é muito grande nas zonas da casa que ficam abrangidas pelo repetidor e mais longe do router da Zon);

  5. Funciona muito bem com Security Mode WPA2-Personal com AES (no router da ZON é o equivalente a WPA2 com AES);

  6. Neste caso como o router da Zon está em 192.168.1.1, esta configuração pode ser adoptada como está (a única alteração para o MEO é que o router tem o IP 192.168.1.254, pelo que na configuração do ponto anterior, substituir 192.168.1.1 por 192.168.1.254). De notar que o WAP54G passa a ter o endereço IP 192.168.1.2. Mais importante é ainda o facto de transformarmos a porta WAN do WAP54G numa porta LAN - significa que podemos ligar o cabo de rede de um PC (que não tenha placa wireless) à porta LAN/WAN do WAP54G e imediatamente lhe será assignado um IP e terá acesso à Internet através do WAP54G (dá muito jeito para PCs em locais longe do router da ZON e que não tenham rede estruturada por perto);
  7. De seguida, fazer Apply Settings, reboot do WAP54G e conectar ao interface Web do WAP54G, agora em 192.168.1.2;

  8. Fazer Save, seguida de Apply Settings;
  9. Fazer reboot e a configuração está terminada.
Pode utilizar configurando os seus dispositivos para se ligarem ao SSID do Virtual Interface indicado no ponto 4.

16 de janeiro de 2014

Samsung S2 - unlock de operador

Com o Samsung S2 rooted (ver post sobre este assunto), fazer o unlock de operador é o mais simple possível:
  1. Instalar o Galaxy_S Unlock (através da Play Store ou indo directamente a https://play.google.com/store/apps/details?id=com.helroz.galaxysunlock.
  2. Ir ao tab Unlock e seguir os passos que lá estão descritos. O video seguinte é elucidativo (embora em espanhol)
E agora é utilizar o SIM de qualquer operador :-).

24 de outubro de 2013

OS X Mavericks

Upgrade feito ontem ao Mac Book Air e nada de anormal a registar com o OS X Mavericks. Até agora, as grandes diferenças que notei foram:
  • Acivity Monitor está muito melhorado (inclusivé indica o consumo de energia das aplicações), 
  • novas aplicações: iBooks e Maps
  • melhorias no interface do Calendar e Contacts.
Pelos testes (pouco científicos) que fiz, se não tiver o Chrome nem o Safari a correr (mas com Skype, Thunderbird, LibreOffice, Pidgin, Calendar, Reminders, ...), a bateria dá pelo menos para 8h :-).

As principais alterações técnicas (Timer Coalescing, Memory Compression, App Nap, Safari Power Saver) estão descritas aqui. Algumas características "secretas" do OS X Mavericks disponíveis aqui.

13 de fevereiro de 2013

Configurar o audio no XBMC

Muito interessante este site, em especial a secção Audio Output Settings Guide.

XBMC com OpenELEC é que é

Fácil e rápido.

Open Embedded Linux Entertainment Center, or OpenELEC for short, is a small Linux distribution built from scratch as a platform to turn your computer into a complete XBMC media center. OpenELEC is designed to make your system boot as fast as possible and the install is so easy that anyone can turn a blank PC into a media machine in less than 15 minutes. 
With support for NVIDIA's ION platform, AMD's Fusion platform and Broadcom's Crystal HD chip, OpenELEC can support high definition content on machines with low-powered processors by offloading video content to supported graphics cards and decoders. This means you can build (or buy) small, silent machines to be effectively used as a media center.

OpenELEC has many builds available, including a 'catch-all' build that will run on almost any x86 Pentium 4 or later, but also has optimized builds for certain platforms including:

  • NVIDIA ION and ION2
  • Intel GMA HD chipsets
  • AMD Fusion
  • Apple TV 1 (using Broadcom Crystal HD)
  • Raspberry Pi

E embora se possa olhar com desconfiança para o que referem, é tudo verdade (pelo menos no que se refere ao ASRock Ion 330HT). A instalação é extremamente simples e a configuração adicional permite arrancar samba e ssh no arranque da máquina. O mount de partições remotas também se faz de modo não muito complicado.


7 de fevereiro de 2013

XBMC "Frodo" v.12.0

Vários "manuais" a seguir:

Um resumo do último "manual" que deverá ser necessário seguir sempre que se efectuar upgrade do ubuntu:
sudo apt-get install lirc
sudo dpkg-reconfigure lirc
    Remote control configuration:
    Windows Media Center Transceivers/Remotes (all)
    IR transmitter, if present:
    None
 sudo vi /etc/lirc/hardware.conf
    Alterar as seguintes variáveis:
        REMOTE="Nuvoton Transceivers/Remotes"
        REMOTE_MODULES="lirc_dev nuvoton-cir"
        REMOTE_DRIVER="default"
sudo service lirc restart



6 de fevereiro de 2013

Upgrade Ubuntu de 10.04 para 12.10

A máquina do XBMC ainda tem o Ubuntu 10.04, sendo que a versão LTS (Long Term Supported) é a 12.04, pelo que está na altura do upgrade (além disso, o XBMC "Frodo" - v. 12 - já não é suportada no Ubuntu 10.04). Já fiz este upgrade a um portátil Asus, com o "Software Updater", mas correu mal e tive que formatar e instalar posteriormente a versão 12.10.
De modo a isso não acontecer, resolvi efectuar o update por linha de comando, conforme http://www.liberiangeek.net/2012/04/upgrade-to-ubuntu-12-04-from-ubuntu-10-04-via-the-terminal/.
O upgrade correu sem demasiados problemas :-) e, após o último reboot para a versão 12.04, veio a grande desilusão :-(. O Ubuntu 12.04 estava muito instável :-(.

Conclusão: backup de ficheiros e formatação e instalação da versão 12.10 (a versão 12.04 já era de Abril 2012)  de acordo com o standard (http://www.ubuntu.com/download/help/install-desktop-long-term-support).

14 de janeiro de 2013

Backup

Depois do rooting do Samsung S2, antes de mais nada há que fazer o backup (nandroid and Titanium backup) e copiar os dados da directoria /efs. Deste modo, se algo correr mal no futuro, podemos recuperar o estado actual do telemóvel.
Para o nandroid e Titanium backup, vou seguir as instruções em http://www.androidnz.net/2011/10/at-your-own-risk-how-to-backup-your.html. O nandroid backup (ou 'making a backup in recovery') é o equivalente ao "system restore point" no Windows, e para tal seguem-se os seguintes passos:
  1. Ir à aplicação CWM (instalada aquando do rooting do telemóvel) e seleccionar ClockWorkMod (Reboot into ClockWorkMod recovery);
  2. Após o reboot, com as teclas do volume, seleccionar "backup abd restore" e depois "backup";
  3. Depois de indicar "Backup complete!", seleccionar "++++Go Back++++", seguido de "reboot system now";
  4. O backup fica no sdcard externo em /sdcard/external_sd/clockworkmod/backup
 Para o Titanium Backup, seguem-se os seguintes passos:
  1. Ir à appstore e fazer download do Titanium Backup;
  2. Executar o Titanium Backup > Agendamentos. Escolher o botão "Executar" referente a Backup. O Backup será feito em background e quando finalizar estará em /sdcard/TitaniumBackup
Para copiar os dados da directoria /efs, fazer o seguinte :
  1. Instalar um filemanager que use privilégios de root (por exemplo, o FX Explorer que é gratuito - tem que se instalar a aplicação e depois o add-on para utilizar privilégio de root);
  2. Com a aplicação instalada no ponto anterior, copiar a directoria /efs para /mnt/sdcard/external_sd/backup .
Para arquivar, o mais simples é sincronizar os ficheiros no computador, utilizando o Samsung Kies.

13 de janeiro de 2013

Rooting o Samsung Galaxy S2 GT-i9100

O Samsung Galaxy S2 é um dispositivo fantástico que também serve para fazer chamadas :-). Já o tenho há mais de um ano (com Android 4.0.3), mas desde há uns meses para cá que por vezes tem comportamentos muito estranhos:
  • vários reboots durante o dia,
  • consumo excessivo de bateria,
  • várias horas sem receber chamadas, mesmo aparentemente estando ligado ao operador (mas aqui, o problema também pode ser do operador).
De modo a tentar ver se estes comportamentos erráticos são resolvidos, há que instalar pelo menos um novo kernel, sendo para isso necessário seguir vários passos, o primeiro do qual é fazer o rooting do telemóvel.
Rooting gives you, "Superuser", access to your phone and its features. It allows the installation of the latest custom ROM's, kernels, modems, applications and features that are not available to un-rooted phones. All this process does is to replace the stock kernel, that comes with your phone, with a root kernel and does not affect any data stored on the phone.
Para tal, vou seguir as indicações em http://androidforums.com/galaxy-s2-international-all-things-root/482994-rooting-galaxy-s2-dummies-guide.html, e detalho os passos a seguir, no meu caso:
  1. Software necessário (para Windows Vista, XP ou 7):  7-zip (ou similar), Odin, Samsung Kies;
  2. Instalar o Samsung Kies e ligar o telemóvel através do USB para verificar se está tudo a funcionar correctamente (após reboot do Windows ficou a funcionar);
  3. Instalar o Odin (unzip);
  4. Download de Siyah v5.0.1;
  5. Obter a "Versão" do telefone, caso seja necessário reverter o rooting. No interface do telefone introduzir "*#1234#". A informação que obtive foi a seguinte: PDA: I9100XWLPD / PHONE: I9100XXLPW / CSC: I9100TMNLP2 / Build Info: Tue May 8 19:07:11 KST 2012
  6. Ir a Definições > Opções de programador e seleccionar "Depuração de USB";
  7. Desligar telemovel;
  8. Press and hold the following buttons... Volume Down + Home (centre hard key) + (lastly) Power. Continue to hold these buttons until your phone boots into the Warning! screen asking you to press volume up if you want to continue or volume down to cancel. Press Volume Up;
  9. Right click on Odin and select, "Run as Administrator", to open it. Ensure that the Samsung Kies programme is not running at the same time as this can cause problems;
  10. With Odin displayed on your PC screen, click on the PDA button and navigate to the Siyah .tar file;
  11. Make sure that Re-Partition is unchecked and that Auto Reboot, F.Reset Time and PDA are checked and that the PDA box now contains your .tar file;
  12. Connect your phone, still in Download mode, to the PC using the USB lead. If you have successfully connected to Odin you should see the ID:COM box in Odin turn yellow or light blue, (depending on which version of Odin you are using);
  13. In Odin click the Start button and you should see a green progress bar above ID:COM and shortly after that the box above it will turn green with the word PASS! in it and your phone will automatically reboot;
  14. Rooting finalizado;
  15. You can now disconnect from the USB lead and check your App drawer where you will find 2/3 extra app's have been added: CWM, SuperSU and STweaks. Aceder a SuperSU para verificar que a aplicação funciona em modo de root/administrador.

30 de dezembro de 2010

Fine-tuning do XBMC

I. Ao ver os filmes no XBMC apercebi-me que em algumas cenas mais rápidas aparecia uma zona, a meio do ecrã, com algum "ruído". Comecei por pensar que era por serem filmes de 1080p ou então por não estar a utilizar o melhor algoritmo de varrimento/syncing. Contudo, mesmo alterando o algoritmo, a mesma situação continuava a repetir-se, mesmo em filmes DVDRip que não têm esse problema quando visionados a partir do XBMC na antiguinha XBox.

Ao andar à procura do que poderia estar a ocorrer, parece-me que encontrei a solução - há que colocar o compiz sem efeitos visuais, conforme entrada #7 neste blog. Para tal, fazer System > Preferences > Appearance > Visual Effects e seleccionar "None".

Com esta configuração, o "ruído" foi totalmente eliminado.

II. Descobri nos logs do xbmc (~/.xbmc/temp/xbmc.log) que o xbmc dava o seguinte erro no  arranque: ERROR: Unable to load libcrystalhd.so.3, reason: libcrystalhd.so.3: cannot open shared object file: No such file or directory

Para ultrapassar este erro há que instalar o Crystal HD Video Decoder (Crystal HD Solution is a product offered by Broadcom. It is used to enable flawless playback of 1080p high definition video across a wide range of systems.) Para tal, fazer System > Administration > Synaptic Package Manager e seleccionar/instalar o libcrystalhd3.

17 de outubro de 2010

Instalar Ubuntu, XBMC e Boxee no ASRock Ion 330HT - parte III

E finalmente a instalação do Boxee. Limitei-me a seguir o que escrevi anteriormente.
Descobri que a Boxee Box já está à venda, conforme imagem ao lado.

16 de outubro de 2010

Acesso remoto por ssh ao ASRock Ion 330 HT

O remote desktop (conforme configurado em post anterior) está a funcionar bem, embora um pouco mais lento do que estava à espera. Além disso, o remote desktop obriga a inserir a passwd de root directamente no ASRock, o que por sua vez obriga a ligar um ecrã e um teclado a essa máquina - para quem quer trabalhar remotamente sem ter necessidade de ecrã (o ecrã é o televisor) e teclado, esta não é a melhor configuração.

O objectivo é passar a aceder por shell remota (via ssh) ao ASRock e a lançar também janelas X a partir do ASRock para a máquina remota (i.e., o display da aplicação é efectuado na máquina remota - que terá de ter servidor X -, e não na máquina em que está a ser executado).

O primeiro passo é instalar o servidor ssh (openssh-server) no ASRock:
1. Ir a System > Administration > Synaptic Package Manager e seleccionar ssh, keychain, openssh-server para instalar.
2. Para validar se o servidor ssh está a funcionar, fazer "ps -aef | grep sshd"
Informação adicional pode ser obtida na Techotopia.

O segundo passo, após se ter a garantia que o servidor ssh está a funcionar, é testar que a shell remota ssh funciona. Pode-se primeiro testar na própria máquina com "ssh localhost" e posteriormente a partir da máquina remota com "ssh «IP máquina remota» -l «user remoto»" (no meu caso, ssh 192.168.1.74 -l htpc). No final deste passo temos shell remota :-).

Finalmente, o último passo vai permitir efectuar o display remoto. Para isso seguir os seguintes passos simples:
1. Na máquina local, garantir que no ficheiro /etc/ssh/ssh_config existe a seguinte linha: ForwardX11 yes (ou ForwardX11Trusted yes)

2. De seguir aceder remotamente com "ssh -X «user@IP remoto»" (no meu caso, ssh -X htpc@192.168.1.74), sendo que o -X indica que se vai efectuar tráfego X pelo túnel ssh criado (caso seja um ForwardX11Trusted, utilizar -Y em vez de -X - de notar que o ForwardX11Trusted é ligeiramente mais rápida, já que ultrapassa os controlos de segurança do X11).
3. Para verificar que está a funcionar, na shell remota efectuar "xclock &", por exemplo.
Informação adicional pode ser obtida na Techotopia.

10 de outubro de 2010

Controlar o Ubuntu com o Wiimote no ASRock 330HT

Depois de no passo 2 de instalação do XBMC me ter apercebido que poderia controlar o XBMC com o Wiimote (Wii remote), fui indagar se seria possível utilizar o Wiimote no Ubuntu, como se se tratasse de um rato.
A resposta é positiva, com a excepção do ASRock não ter interface bluetooth (necessária para o Wiimote), mas que se resolve muito facilmente com um um bluetooth externo (por exemplo, um adaptador bluetooth USB da Anycom).

Para colocar o Wiimote a funcionar no Ubuntu, são necessários os seguintes passos (ver também aqui):
1. Ter um interface bluetooth activo.
2. Instalar (através de System > Administration > Synaptic Package Manager) o wminput, wmgui e lswm .
3. Para verificar se está a funcionar, arrancar o Wmgui (em Applications > Accessories) e seguir os passos indicados para a ligação.
4. Adicionar  o driver uinput aos modules, de modo a que arranque automaticamente no boot:
# sudo echo "uinput" >>/etc/modules
5. Para arancar o wminput automaticamente quando se arranca o computador, fazer:
5.1 criar um ficheiro na directoria /etc/udev/rules.d e colocar KERNEL=="uinput", MODE="0666"
5.2 Executar "lswm" para ver qual o endereço bluetooth do Wiimote - o resultado será qualquer coisa deste género: 00:1E:A9:70:FF:37
5.3  Adicionar no final de /etc/rc.local (antes do exit)  a seguinte linha "sudo /usr/bin/wminput 00:1E:A9:70:FF:37 -d 2> /tmp/logs_wminput &"
Neste caso estou a redireccionar o stderr para permitir validar o que se passa se existirem erros.
6. Reboot à máquina e ver se funciona
7. De notar que para o Wiimote se ligar é preciso carregar simultaneamente nas teclas 1 e 2 .

7 de outubro de 2010

Instalar Ubuntu, XBMC e Boxee no ASRock Ion 330HT - parte II

Depois da configuração efectuada na parte I, está na altura de instalar o XBMC.

XBMC - Passo 1:
A instalação do XBMC é similar à efectuada anteriormente.De notar que logo no inicio da instalação, em vez de "sudo add-apt-repository ppa:team-xbmc" deverá ser efectuado "sudo add-apt-repository ppa:team-xbmc-svn/ppa", visto o primeiro repositório não se encontrar disponível. Como passamos a utilizar um repositório SVN, não é também possível instalar o "XBMC SVN Repo Installer".

XBMC - Passo 2:
De seguida fui ao System > Administration > Synaptic Package Manager e resolvi instalar os seguintes pacotes: xbmc-eventclients-wiiremote (vamos lá a ver se o comando da Wii passa a funcionar :-)).

XBMC - Passo 3:
Ir ao System > Add-ons e esscolher os add-ons (XBMC.org Add-ons) que se quiserem :-).

XBMC - Passo 4:
Mais algumas configurações relevantes, já no XBMC:
+ Permitir o controlo via HTTP do XBMC em Settings > Network
+ configurar o Audio Output em Settings > System > Audio Output
+ experimentar várias skins em Settings > Appearance > Skin e escolher a que se preferir

XBMC - Ultimo passo:
Para testar a qualidade da imagem e som da TV HD ir a Videos > Youtube e fazer uma pesquisa por "1080p test" ... :-)

6 de outubro de 2010

Instalar Ubuntu, XBMC e Boxee no ASRock Ion 330HT - parte I

As experiências com o XBMC e o Boxee correram bastante bem, como descrito anteriormente, e depois de andar à procura por vários fóruns do hardware ideal para correr estas aplicações e para ligar à HDTV, decidi-me pelo ASRock Ion 330HT.

O primeiro passo é instalar o Ubuntu - vou seguir as instruções do lifehacker, com as adaptações necessárias -.

1. Fazer download da versão de 64 bits do Ubuntu e gravar em CD ou USB (ver aqui como).
2. Ligar um rato e teclado USB ao ASRock - só necessário para a instalação (posteriormente pode-se aceder por ssh ou pelo comando remoto).
3. Arrancar, seleccionar que é para instalar o Ubuntu e deixar instalar - escolhi não configurar as partições manualmente.
Primeira fase da instalação terminada.

Fazendo reboot, vai ser necessário:
1. Instalar drivers NVIDIA - o próprio Ubuntu abre uma janela que os permite instalar automaticamente.
2. Instalar os updates - o próprio Ubuntu abre uma janela para a instalação automática.
3. Alterar a configuração do Audio, de modo a utilizar o HDMI como output. Para isso ir a System > Preferences > Sound, escolher Hardware e seleccionar o Profile "Digital Stereo (HDMI) Output + Analog Stereo Input".
4. Caso necessário alterar o display (por exemplo dimensão do ecrã), ir a System > Preferences >Monitors. Se o problema for na dimensão do ecrã, ver "Overscan Compensation" em DPF-0.
5. Para colocar o comando remoto em funcionamento ir à parte de download da ASRock e fazer o download do driver mais recente (em princípio, o primeiro da lista). De seguida, unzip e seguir os passos do PDF (apenas ter atenção em instalar o lirc-x64, em vez do que é indicado). Nota importante: Se não funcionar ou em caso de novo kernel não suportado (como me aconteceu), seguir exactamente as instruções indicadas aqui. Também existe esta thread a que vale a pena dar uma vista de olhos.
Segunda fase da instalação terminada.

E agora algumas configurações adicionais:
1. Activar o overclocking (atenção que pode provocar danos no CPU e motherboard).Para isso, quando arranca o computador carregar em F2 para entrar na BIOS, escolher "OC Tweaker" e seleccionar 2000 MHz (no Extreme Overclocking indicam que o sistema continua estável a 2000 MHz), e passar o "Onboard GPU Clock" para Manual colocando o "Onboard GPU Core Clock" a 600 e o Onboard GPU Shader Clock" a 1300. Porquê o Overclocking? Ao ler o lifehacker fiquei com a ideia que videos a 1080p neste computador, só com Overclocking.
2. Permitir o acesso remoto a esta máquina, o que será fundamental para a gerir no momento em que deixar de ter o teclado e o rato. Para tal ir a System > Preferences > Remote Desktop" e configurar conforme indicado em lifehacker. Poderá posteriormente configurar-se o ssh, mas para já passo essa parte.
Contudo, para o remote desktop funcionar tive que efectuar os seguintes passos:
a) Abrir um terminal e arrancar com a aplicação "gconf-editor"
b) Ir a desktop > gnome > remote_access e activar "disable_xdamage"

3. Verificar se o audio está a funcionar bem. Para isso abrir um terminal e executar "speaker-test -t wav". Se não sair qualquer som pela HDTV, abrir outro terminal e executar "alsamixer", garantindo que nenhum canal S/PDIF está MM (muted) - caso esteja, seleccionar o canal e premir a tecla "M" (para unmute). De seguida executar "sudo alsactl store" para guardar as alterações.
4. Ir à área de downloads da ASRock e obter a BIOS mais recente. Seguir instruções de actualização indicadas.
Terceira fase da instalação terminada.

1 de outubro de 2010

Cifra de ficheiros e directorias em Linux/Ubuntu

Depois de muito procurar substituto do Cryptainer que funcione simultaneamente em Linux/Ubuntu e Windows, acabei por encontrar o TrueCrypt (que para além de Linux e Windows, também funciona em Mac). Para instalar, basta fazer o download da versão apropriada para o ambiente em que se vai instalar - para o Asus 1201N com o Ubuntu 64 bits escolhi a versão "Standard - 64-bit (x64)", e executar esse ficheiro (após o gunzip e o tar -xf). O Truecrypt fica acessível em Applications > Accessories e o seu modo/filosofia de funcionamento é muito similar ao Cryptainer.

Excelente programa.

Thunderbird, o novo cliente de email para Windows e Ubuntu

A minha busca para encontrar um cliente de mail que esteja disponível para Ubuntu e Windows (de modo a não precisar de arrancar o VMWare/XP quando ando com o ASUS 1201N) foi rápida e acabei por ter apenas dois candidatos:
Há vários factores positivos e negativos que se podem destacar para cada um destes candidatos.
Em especial, o Thunderbird não era do meu agrado pois já o tinha utilizado há mais de um ano e tinha voltado ao Outlook passado alguns meses porque não gostei do interface e  algumas funcionalidade básicas no Outlook não existiam - contudo, a versão entretanto passou da 2 para a 3, as funcionalidades foram aumentadas e tem suporte nativo para mundo Linux, Windows e Mac. Uma das idiossincrasias com que continuava esta nova versão, era o facto de se ter que instalar posteriormente o Mozilla Lightning (agenda/calendário/tarefas), embora a sua integração seja plena (permite até integrar vários calendários, incluindo calendários Google ou outros disponíveis através da Web).
O Evolution é/era considerado o "outlook killer" para o mundo Linux, pelo que depois de validar que existia versão Windows, foi o que instalei. No entanto, a versão Windows não está estável e "rebenta" muito facilmente, pelo que esta solução deixou de ser viável. Pelo caminho ainda percebi que a importação do ficheiro de mail PST do Outlook teria que ser feita através do Thunderbird (a aplicação stand alone que descobri para fazer isso "rebentou" poucos minutos depois de iniciar a conversão de formatos).

A decisão acabou assim por ser pelo Mozilla Thunderbird e Lightning. A instalação do Thunderbird no Ubuntu deve ser efectuada através do  System > Administration > Synaptic Package Manager (similar a outros exemplos já descritos anteriormente). Para o Lightning, o melhor é seguir as indicações na documentação do Ubuntu em https://help.ubuntu.com/community/ThunderbirdLightning.
A importação dos ficheiros PST e do Livro de endereço deve ser efectuado no Thunderbird em Windows (e com o Outlook a "correr") através de Ferramentas > Importar. Depois é só copiar para o Thunderbird em Ubuntu ;-).

VMware, Ubuntu e Windows XP no ASUS 1201N - take 2

Depois de mais de três meses a utilizar a configuração descrita anteriormente cheguei a várias conclusões:
  • o XP sobre VMware demora algum tempo a arrancar e não é rápido (até é um pouco lento);
  • só arranco o XP em VMware por causa do Outlook - os ficheiros Office abrem todos sem qualquer problema em Wine sobre Ubutnu;
  • o ASUS 1201N é sobretudo utilizado quando estou em reuniões fora da empresa e devido ao tempo que demora a arrancar o XP sobre VMware e posteriormente o Outlook, acabo por não tirar partido de algum tempo que disponho para ver o mail;
  • para além do Outlook e do Cryptainer, não utilizo o XP para mais nada.
Após reflectir algum tempo sobre este assunto cheguei à conclusão que mais vale passar a receber o mail num cliente que esteja disponível para Ubuntu e Windows, e desse modo sempre que andar com o 1201N, não preciso de arrancar o VMWare/XP. O mesmo acontece para o Cryptainer - há que o substituir por algo similar que funcione sobre Ubuntu e Windows ...

26 de setembro de 2010

Utilizar o VoIP SIEMENS Gigaset C470 IP com o MEO, ligado ao VoipBuster (outbound) e Sapo VoIP (inbound)

Os passos iniciais são bastante simples - basta seguir o manual que vem com o C470 para ligar a Base do C470 ao router do Meo.
Depois para configurar a utilização do VoipBuster pelo C470, o mais simples é aceder à Base do C470 através do browser e seguir as instruções que estão em http://www.gratostel.com/voip-telephoner-via-internet/voip-betamax/configuration-sip-pour-telephone-voip.html. Note-se que para identificar o IP da Base do C470, o mais simples é aceder ao router do MEO e ver qual é o IP que o C470 tem atribuído.

Quem tem Meo ou Sapo pode pedir um número VoIP (número nómada iniciado por 3) gratuito na área de cliente (clientes.sapo.pt, opção VoIP) - conforme explicado em http://net.sapo.pt/extras/voip/. Este número pode ser posteriormente configurado na Base do C470, permitindo deste modo a recepção de chamadas a partir das redes fixas e móveis. Note-se que os tarifários da rede fixa (PT) para os números nómadas são os seguintes (cf. http://www.ptcom.pt/PTResidencial2/Tabs/MyPTPublico/Plano_Precos/precario/Comunicacoes1Jan2010.htm):
  • primeiros 60 segundos: € 0,0847 ;
  • por cada minuto seguinte: € 0,0102 no Horário Económico e € 0,0379 no Horário Normal.

Em resumo, pode-se ter VoipBuster para telefonar a preços baixos e o Sapo VoIP para recepcionar chamadas da rede fixa e móvel, sem custos adicionais.